LinkedIn encerra recurso de IA que reescrevia posts e lança o Post Proofreader para assinantes Premium, após mais de 1 milhão de denúncias de AI slop.
Em vez de gerar um texto novo, o revisor analisa o rascunho escrito pelo usuário e apresenta três opções de melhoria, com as mudanças marcadas diretamente no texto.
O autor pode revisar cada sugestão e aplicar apenas as que fizerem sentido. A reportagem não informa quais idiomas são suportados.
A mudança de rumo tem explicação. Em agosto, o LinkedIn passou a permitir que usuários sinalizassem publicações que parecem "AI slop", termo usado para conteúdo gerado por IA com aparência…
caprichada, mas sem substância. Segundo a plataforma, a opção foi usada mais de 1 milhão de vezes em poucas semanas.
O recado do LinkedIn é claro: a IA pode ajudar a revisar, mas o conteúdo precisa ter voz e experiência reais.
Para profissionais, consultores e empresas B2B que usam a rede para gerar negócios, algumas lições práticas: Escreva primeiro, refine depois: use IA como editora, não como autora…
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