CEO do YouTube, Neal Mohan, diz que a plataforma não vai aderir ao acordo da Meta sobre adolescentes e seguirá com suas próprias medidas de segurança.
Em agosto, a Meta aceitou pagar mais de US$ 18 bilhões para encerrar a ação movida por estados americanos e se comprometeu a adotar regras como limite de duas horas diárias de uso e…
bloqueio dos apps entre meia-noite e 6h para menores de 18 anos. Parte dos valores e das condições do acordo foi vinculada à adesão de YouTube e TikTok a medidas equivalentes, numa…
Mohan afirmou que o YouTube é fundamentalmente diferente das plataformas da Meta e, por isso, precisa de uma abordagem própria.
A empresa destacou que já oferece controles parentais que permitem limitar o tempo de uso e que trabalha com especialistas em segurança infantil para definir boas práticas.
O debate sobre limites de tempo, feeds algorítmicos e verificação de idade para adolescentes está acontecendo em vários países ao mesmo tempo.
No Brasil, o ECA Digital já obriga plataformas a adotar mecanismos de verificação etária e configurações protetivas por padrão.
Regras diferentes por plataforma: criadores que atuam em várias redes devem se acostumar a restrições distintas para o público adolescente em cada uma.
YouTube mantém autonomia: ao menos por enquanto, não há previsão de limite diário padrão semelhante ao da Meta para jovens no YouTube.
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